quarta-feira, 18 de maio de 2011



Caros cidadãos,

A criação do Estado do Carajás é sem dúvida o maior projeto de desenvolvimento do Estado do Pará. Para tanto, a sua participação será decisiva no sucesso deste sonho que é de todos nós.
Por isso, convidamos todos, a participar no dia 23 de maio de 2011 às 10h no hotel Itacaiúnas em Marabá de reunião que terá a seguinte pauta:
1.      Constituição da frente estadual pela criação do Estado do Carajás.
2.      Definição das coordenações da campanha do plebiscito no Estado, nas Regionais e nos Municípios.
3.      Aprovação do estatuto da frente pela criação do Estado do Carajás.
4.      Outros assuntos relacionados ao plebiscito para criação do Estado do Carajás.

Atenciosamente,


LUCIANO GUEDES
Prefeito de Pau D’Arco
Presidente da AMATCarajás


ÁLVARO BRITO XAVIER
Prefeito de Conceição do Araguaia
Diretor de Divisão Territorial


sexta-feira, 13 de maio de 2011

CICLO DE PALESTRA I

                A Associação Comercial e Industrial de Marabá estará realizando um ciclo de palestras envolvendo os associados e o universo de entidades públicas e privadas que estão promovendo o desenvolvimento em nosso município.  Para este mês de maio acontecerão as seguintes palestras:

  • SPED FISCAL – Palestrante: Fernando Sampaio - Contador
23/05 (segunda-feira) - 19h30.
Local: Auditório da ACIM

  • Banco da Amazonia – Palestrante: Leopoldo Monteiro – Gerente BASA
20/05 (sexta feira) – 17h00
Local: Auditório da ACIM

  • Vice-Governadoria do Estado – Palestrante: vice-governador do Estado
25/05 (terça-feira) – 19h00
Local: Auditório da Tratorpeças

  • Comissão de Licitação da Prefeitura de Marabá
26/05 (quinta feira) – 17h00
Local Auditório da ACIM

Workshop "Melhores Práticas em Gestão de Projetos"


“O Workshop Melhores Práticas em Gestão de Projetos foi um sucesso total!” Com essa frase o palestrante Sandro Barbosa definiu o evento organizado pela Associação Comercial e Industrial de Marabá – ACIM em parceria com a empresa Project Fox. O evento foi realizado dia 11 de maio, em um dos auditórios do Hotel Itacaiunas.
A participação efetiva das empresas associadas à ACIM foram cruciais para o resultado positivo do evento.
 

terça-feira, 10 de maio de 2011

Tem algo a ver com Marabá?

“O que o empresariado marabaense pode fazer para garantir participação nas obras da siderúrgica? – uma pergunta que merece atenção!”

O tema em aspas foi alvo de artigo publicado no blog. .
Retomo o bate papo anterior, com o destaque acima, por um simples motivo.
Primeiro, por ser o fato novo que desperta ansiedade e  expectativa, o velho sonho da comunidade: saber, enfim, de que forma esse empreendimento vai beneficiar, influenciar  ou modificar as coisas do cotidiano.
Segundo, por observar que em outros locais igualmente agraciados com investimentos públicos e privados, de envergadura similar, também são acometidas de preocupações, desafios e necessidades similares.
O artigo do economista Claudio de Moura Castro, em seu espaço semanal na VEJA, edição de 4 de maio de 2011, motivou sobremaneira esse interesse em enfatizar aqui trechos da sua acurada análise. Naturalmente, pela natureza do debate e sua inerente condição com a realidade do momento regional.
Foco da abordagem cita a descoberta da condição favorável de construir um terminal petroleiro em Suape, Pernambuco. Como a decisão de empreender o complexo dinamiza uma região que, há cerca de um século, já foi de primeira importância no cenário econômico nacional. Do processo do declínio dessa importância desde então e sua retomada recente, dentro desse novo panorama.
Nos comentários, a constatação das questões comuns que afligem tão distantes regiões, mais precisamente os estados de Pernambuco e Pará. Demandas comuns já registradas em artigos nossos anteriores.
Com o investimento da indústria base, o terminal petroleiro como oportunidade de diversificação da base produtiva, efetivamente se realiza como condição de sobrevivência, pela sustentabilidade desse processo. Tema também já objeto de comentário.
A instalação de um grande estaleiro, fábrica de turbinas eólicas, ambos em pleno funcionamento naquele Estado.
A Bunge instalou uma moagem.
Dois outros estaleiros já estão sendo anunciados para instalação em Suape.
Duas petroquímicas em processo de instalação, anuncio da Fiat em construir uma unidade de montagem de veículos, enfim, de fato isso é diversificar e desenvolver.
É o que se persegue aqui.
E as similaridades com Marabá e região?
Além da indústria que chamamos de base, ALPA, e ALINE, e o cenário idêntico em oportunidades, também temos os desafios .
A montagem do primeiro estaleiro, no Estado de Pernambuco, recrutou mais de dez mil colaboradores, que estavam na atividade de cortadores de cana.
As usinas de álcool, indústria forte da região e grande contratante de mão de obra, certamente tiveram que realinhar sua política de Rh. Em paralelo, desse universo, somente três mil operários apresentaram qualificação mínima. Esta assim, a exigir prioridade zero no esforço para qualificar pessoas.
O novo parque industrial pernambucano demanda por serviços e produtos dos mais diversos. Dos fornecedores, exige qualidade, certificações, pontualidade.
Em seu artigo, Claudio de Moura Castro enfatiza que a cultura empresarial local carece de qualificação e agressividade para buscar os mercados. “Teme-se a invasão de empresas de fora, sejam estrangeiras, sejam do Sul. Elas trazem sua mão de obra e seus hábitos de operar em uma economia agressivamente competitiva e moderna”, diz ele.
Outro aspecto alcançado pelo economista, que fulmina com um comentário realisticamente forte : – “O maior risco é deixar o bairrismo prevalecer e tentar proteger a indústria local, sem sucesso, pois a maioria vive em um círculo vicioso de atraso”.
Algo em comum com as apreensões de Marabá?
As similaridades não param por aí.
Nesse estágio de pré-condição ao desenvolvimento, muito mereceu destaque nos alertas da ACIM (Associação Comercial e Industrial de Marabá) e da SICOM (Secretaria Municipal de Industria e Comercio de Marabá), a necessidade da preparação empresarial, com capacitação e qualificação para a captura das oportunidades.
Para participar do boom.
A importância em atrair investidores externos, fundamentais para a consolidação de um novo corredor de desenvolvimento no Sul/Sudeste do Pará, também era motivo de recorrente abordagem.
Por fim, e para novamente justificar a continuidade do tema no contexto das suas simetrias com o Sul/Sudeste do Pará, reproduzo outra observação do colunista, em que aponta uma das alternativas para os problemas comuns.
– “O mais seguro é investir maciçamente em educação e formação profissional pois esse é o grande gargalo, qualquer que seja o dono da fábrica… apesar dos esforços, os resultados do treinamento não parecem à altura de enfrentar o tsunami da demanda.”

Na abertura das publicações nesse blog com matéria intitulada investimentos x crescimento x desenvolvimento, meados de Março de 2011, já alertava para tal realidade. O setor de serviços como uma alternativa forte da cidade no processo de diversificação.
De forma mais efetiva, suscitava a condição de Marabá se especializar na formação de mão de obra qualificada. Explorar o potencial de estabelecer aqui, um centro de referência em educação, enriquecida com referências. De igual forma, a saúde também foi objeto da mesma consideração.
Para finalizar, o colunista deixa a pergunta – “O futuro esta nas mãos dos pernambucanos. Haverá outra chance de mesmo tamanho?”
Tem algo a ver com o cenário que se apresenta para Marabá e Sul/Sudeste do Pará?

(*) Italo Ipojucan é presidente da Associação Comercial e Industrial de Marabá.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

O SICREDI JÁ É REALIDADE EM MARABÁ


Diretores da ACIM e do CONJOVE recebem executivos do SICREDI em Marabá. Em fase de implantação a entidade funcionará na folha 27, ao lado da Disbrava.
Provisoriamente o SICREDI funcionará na Associação Comercial de Marabá. Os contatos poderão ser feito pelo telefone (94) 3321-1020 ou pelo celular (94) 9101-4807, falar com o gerente de negócios Jimmyson.
O SICREDI é um Sistema de Crédito Cooperativo brasileiro que congrega mais de 124 Cooperativas de Crédito Singulares. A Cooperativa de Crédito Singular mais antiga deste sistema foi criada em 1902 no município de Nova Petrópolis, no distrito de Linha Imperial, no Rio Grande do Sul, hoje conhecida como SICREDI Pioneira RS. O sistema conta atuamente um milhão e meio de associados, atuando em onze estados brasileiros (Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo , Tocantins e Bahia com mais de mil pontos de atendimento.
A organização em sistema, com cinco Cooperativas Centrais, Confederação, Banco Cooperativo e empresas controladas (Administradora de Cartões, Administradora de Consórcios e Corretora de Seguros), além de uma empresa de informática, a Redesys, com atuação de forma integrada, proporciona ganhos de escala, fortalecimento da marca e maior competitividade.
Com origem essencialmente no setor primário, o SICREDI atua nos centros urbanos, por intermédio das cooperativas de livre admissão e/ou por meio de cooperativas de crédito segmentadas, que são aquelas ligadas a categorias profissionais ou segmentos econômicos específicos. Com o fortalecimento institucional do SICREDI e de outras instituições de mesma natureza, foi crescendo a abrangência de atuação do cooperativismo de crédito, com a significativa ampliação do volume de recursos administrados, o aumento do contingente de associados e a disponibilização de uma maior gama de produtos e serviços.


PALESTRA "MELHORES PRÁTICAS EM GESTÃO DE PROJETOS"

A Associação Comercial  e Industrial de Marabá – ACIM, em parceria com a PROJECT FOX, está trazendo o evento “Melhores Práticas em Gestão de Projeto”. Capacitação voltada para a classe empresarial de Marabá. A inscrição é gratuita, precisando somente preencher a ficha de inscrição. informações pelo email acim@acimmaraba.com.br ou pelo fone: (94) 3321-1020.